Compra de bafômetro para Câmara de Vereadores de Piancó ganha repercussão em todo o Brasil – Veja vídeo!


Cansado de presenciar alguns vereadores da Câmara Municipal de Piancó participarem das sessões ordinárias embriagados, o presidente da Casa Padre Manoel Otaviano, vereador Pedro Aureliano da Silva (PMDB), tomou uma medida pra lá de radical: comprou um etilômetro, ou seja, o popular bafômetro.

A ideia do presidente foi de detectar através do aparelho os vereadores que, por ventura, estejam participando embriagados das sessões. A medida divide opiniões na cidade e ganhou repercussão nacional, pois o Bom Dia Brasil, da Rede Globo, exibiu a matéria produzida pela TV Paraíba, afiliada da emissora.

O vereador Pádua Leite (PT), vice-presidente da Câmara dos Vereadores, justificou e apoiou a compra. Já o vereador José Luiz da Silva Filho (PSD) disse que o caso atinge moralmente os pares da Casa Padre Manoel Otaviano.

Mais inusitado foi a declaração do vereador Antônio Azevedo Xavier (PTN) que disse: “Todos os parlamentares aqui bebem! Eu mesmo tomo cinco, seis doses de uísque por dia, mas por recomendação do meu cardiologista”.

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

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Presença do Zika na saliva e urina não é prova de risco de infecção

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Do DP

A presença do zika vírus foi encontrada de forma ativa, ou seja, com potencial capacidade de infecção, na urina e na saliva. O anúncio inédito foi feito durante entrevista coletiva concedida na manhã desta sexta-feira pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. A revelação toma como base a análise de amostras de dois pacientes com sintomas compatíveis com a doença. No entanto, a descoberta pode não ter relevância, sendo ainda necessário investigar se existe risco de transmissão viral por estas vias. Até hoje, a forma de transmissão comprovada da Zika é pela picada do mosquito Aedes aegypti, vetor ainda da dengue e da chikungunya.

“Isso é um feito inédito. Foi encontrado o vírus da Zika nesses dois flúidos: urina e saliva. Isso já podemos dizer. Inclusive em alguns casos você tem um grau de permanência maior do vírus na urina que no sangue. Com relação à saliva, teremos outras evidências, mas por uma série de razões é possivel pensar que essa não será uma via significativa de transmissão. A presença do vírus é uma possibilidade de mais uma forma teóricamente possível de infecção, uma vez que o vírus chega ao organismo”, disse o presidente da fundação, Paulo Gadelha.

Questionado sobre a possibilidade de aumento no contágio durante o carnaval, ele respondeu: “A evidência de hoje não nos traz uma base para dizer que as pessoas não possam brincar o carnaval. A precaução maior deve ser tomada por aquelas pessoas onde há uma maior gravidade ou potencial maior de dano, que são as gestantes. O bom senso e a saúde pública nos permitem indicar isso, mas além disso, seria uma sitiuação não fundamentada e nós não estamos fazendo isso”, ponderou.

Gadelha enfatizou que a presença do vírus no sangue e na saliva não significa a capacidade de transmissão no sentido da saúde pública. Segundo ele, uma série de pesquisas serão feitas para elucidar essa questão. “Dado o estágio das evidências, uma série de medidas cautelares, principalmente voltadas para as gestantes, deverão ser anunciadas”, acrescentou.

Sobre a comprovação de relação do vírus Zika com os casos de microcefalia, ele acrescentou: “O que a gente está avançando é que há evidências fortíssimas, mas se você pergunta se há uma prova científica da relação causal com o Zika e a microcefalia, essa prova não temos ainda, mas a saúde pública, a própria ciência e o bom senso nos permite dizer isso. São estudos que a própria Fiocruz também está fazendo. Nós somos referência em medicina fetal no Brasil e estamos mostrando que o vírus atravessa a barreira sanitária, a defesa do feto e é capaz de se espalhar por outras áreas, causando o aumento no surto de Zika e casos de microcefalia.

Sobre os exames que a Fiocruz desenvolveu em conjunto com a Fundação Carlos Chagas, Gadelha apontou que os testes detectam em um mesmo exame os vírus da dengue, zika ou chincungunya ou concomitância desses vírus, como aconteceu na Colômbia. Segundo ele, a rapidez com que o Brasil decretou estado de emergência e reuniu de forma organizada todo potencial de pesquisa internacional está sendo essencial para que se chegue a uma conclusão. “Não dá pra fazer previsão, mas os protocolos de pesquisa estão sendo desenhados e vamos estar repartindo isso”

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ONU recomenda liberação do aborto na América Latina para conter microcefaliaO Alto Comissariado para os Direitos Humanos dirige seu apelo especificamente aos países sul-americanos, muitos dos quais não permitem nem o aborto, nem a pílula

APF – Agence France-Presse

As Nações Unidas pediram nesta sexta-feira aos países atingidos pelo vírus zika, suspeito de provocar má formação congênita, de permitir o acesso das mulheres à contracepção e ao aborto.

O Alto Comissariado para os Direitos Humanos dirige seu apelo especificamente aos países sul-americanos, muitos dos quais não permitem nem o aborto, nem a pílula, e que aconselharam as mulheres a evitar a gravidez devido ao risco representado pelo vírus.

“Como podem pedir às mulheres que não engravidem, mas não oferecem a possibilidade de prevenir a gravidez”, declarou a porta-voz Cecile Pouilly a repórteres, referindo-se às legislações restritivas me países na América Latina, onde o vírus zika se propaga velozmente.

“Claramente, a propagação do zika é um grande desafio para os países da América Latina”, assinalou, por sua vez, em um comunicado, o Alto Comissariado dos Direitos Humanos, Zeid Ra’ad al-Hussein.

“No entanto, o conselho dado por alguns governos às mulheres para que evitem engravidar ignora que muitas mulheres não tem qualquer controle sobre o momento ou as circunstâncias nas quais podem ficar grávidas, especialmente em âmbitos onde a violência sexual é bastante habitual”, acrescentou

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Operação Carnaval 2016 começa nesta sexta nas estradas de Pernambuco

Do JC Online

Começa na manhã desta sexta-feira (5) a Operação Carnaval 2016, nas estradas que cortam o estado de Pernambuco. Equipes de diversos órgãos de fiscalização de trânsito estarão trabalhando durante todos os dias de folia para conscientizar sobre os riscos da direção perigosa, além do combate à criminalidade.

A operação acontece através de um comando integrado, com equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTRAN), equipes da Operação Lei Seca, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Companhia de Trânsito e Transportes Urbanos (CTTU) do Recife.

DETRAN – O diretor presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro, informa que 250 agentes do órgão estarão trabalhando com 54 viaturas, 9 vans, 12 pranchas, 2 veículos para fiscalização eletrônica.

Além disso, um equipe ficará de plantão na sede do órgão para a entrega de carteiras de habilitação apreendidas pela fiscalização integrada, além de implantação de notificações.

O atendimento acontece das 10h às 16h, do Sábado de Zé Pereira até a Quarta-feira de Cinzas. O acesso deverá ser feito pelo portão principal, na estrada do barbalho.

PRF – As equipes da Polícia Rodoviária Federal em Pernambuco (PRF-PE) trabalham no combate direto à criminalidade e violência nas estradas federais que cortam o Estado. A fiscalização da PRF será concentrada nas rodovias que levam aos principais destinos carnavalescos de Pernambuco, como Recife, Olinda, Bezerros, Arcoverde, e Petrolina, além do litoral Norte e Sul.

ROTA DO ATLÂNTICO E DOS COQUEIROS- As concessionárias responsáveis pelas duas vias prepararam um esquema especial para o Carnaval 2016. O Serviço de Auxílio ao Usuário (SAU) funciona 24 horas por dia para atender àqueles que preferem curtir o feriado de Carnaval longe dos principais focos de folia do Grande Recife.

O SAU da Rota do Atlântico pode ser acionado pelo telefone 0800.031.0009. Também são fornecidas através do WhatsApp 98133-9650.

Já o SAU da Rota dos Coqueiros pode ser acionado pelo telefone 0800.281.0281.

As duas vias contarão ainda com o reforço dos “papa-filas”, para evitar a retenção de veículos nas praças de pedágio.

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MPPE recomenda que 24 municípios não realizem Carnaval; 2 mantêm festa

MPPE recomenda que 24 municípios não realizem Carnaval; 2 mantêm festa

Do G1

O Ministério Público de Pernambuco recomendou a prefeitos de 24 municípios que não realizem gastos com o Carnaval utilizando recursos públicos municipais. A recomendação é voltada especialmente para despesas com festas e shows, motivada por problemas com pagamento de servidores. Dois deles, Arcoverde e Pesqueira, confirmaram a manutenção das festas de momo.

Segundo o MPPE, a medida é válida também para prefeituras que devem a apenas uma parte dos servidores – ainda que eles sejam de cargos comissionados e contratos temporários.

Receberam recomendação os prefeitos dos seguintes municípios: Lagoa dos Gatos; Tracunhaém; Tabira; Ibimirim; Goiana; Brejo da Madre de Deus; Jataúba; Aliança; São José do Belmonte; Glória do Goitá; Itamaracá; Mirandiba; Itaíba; Pesqueira; Ribeirão; Santa Cruz do Capibaribe; Palmares; Paudalho; Alagoinha; Arcoverde; Inajá; Quipapá; Escada; Poção e Ribeirão.

O G1 solicitou um posicionamento a 23 das 24 prefeituras. Apenas o poder executivo de Aliança não atendeu às ligações e a redação não conseguir entrar em contato por e-mail, site ou perfil oficial nas redes sociais.

A Prefeitura de Pesqueira afirmou que está com “os salários em dia”. O Carnaval do município está confirmado. “Pesqueira tem um dos maiores e melhores carnavais de Pernambuco e, por isso, não poderia deixar de realizá-lo. O prefeito diz que desde o início do mandato nunca deixou de pagar os salários dentro do prazo previsto em lei”.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Arcoverde, o orgão “está com a folha de pagamento em dia. Tudo pago: funcionalismo e comissionados, desde o dia primeiro de fevereiro, ou seja, Arcoverde cumpre as recomendações do Ministério Público”. O Carnaval do município ocorre entre os dias 6 e 9.

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Brasil sonega amostras de zika para pesquisa no exterior, dizem cientistas

OMS pede que país envie mais material biológico para institutos de ponta.
Centros de diagnóstico fazem exportação extraoficial de ampolas à Europa

Da Associated Press

Suporte acomoda amostras de zika vírus na empresa de biotecnologia alemã Genekam (Foto: Ina Fassbender/Reuters)Suporte acomoda amostras de zika vírus em centro de pesquisa alemão (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

O Brasil não está compartilhando amostras e dados o suficiente sobre o zika para permitir que pesquisadores determinem se o vírus está realmente por trás dos casos de microcefalia, afirmam autoridades dos EUA e da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

ZIKA
Vírus tornou-se preocupação mundial

A falta de dados está forçando laboratórios americanos e europeus a trabalharem com amostras de surtos anteriores e está frustrando esforços para desenvolver testes diagnósticos, drogas e vacinas. Cientistas afirmam que não são capazes de acompanhar a evolução do vírus.

Um dos principais problemas parece ser a legislação brasileira. No momento, é tecnicamente ilegal para pesquisadores e institutos brasileiros compartilhar material genético, incluindo amostras de sangue contendo zika e outros vírus.

“É um assunto muito delicado, esse compartilhamento de amostras”, afirmou Marcos Espinal, diretor de doenças comunicáveis da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Espinal afirma que o problema deve ser resolvido por meio de discussões entre os presidentes dos EUA e do Brasil. Ele afirma que o papel da OMS é majoritariamente o de estimular países a compartilharem. Segundo ele, porém, é provável que o Brasil tenha providenciado menos de 20 amostras até agora para colaboradores fora do país.

“Não é possível deixar isso para ser resolvido depois”, ele afirmou. “Esperar é sempre arriscado durante uma emergência.”

Mesmo quando queremos mandar esse material [amostras do vírus] para o exterior, não podemos, porque é considerado um crime”
Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz

Bioburocracia
Em maio de 2015, quando os primeiros casos de zika estava emergindo no Brasil, a presidente Dilma Rousseff sancionou uma nova lei para organizar como pesquisadores usam os recursos genéticos do país. Mas o arcabouço legal não foi regulamentado ainda, deixando cientistas em um limbo jurídico.

“Até que a lei seja implementada, somos legalmente proibidos de enviar amostras para fora”, afirmou Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores centros de pesquisa em doenças tropicais no país. “Mesmo quando queremos mandar esse material para o exterior, não podemos, porque é considerado um crime.”

A proibição não necessariamente significa que pesquisadores estrangeiros não possam ter acesso a amostras. Algumas foram compartilhadas com os EUA, incluindo amostras de tecido de dois recém-nascidos que morreram e dois fetos recentemente examinados pelos Centros de Controle e Prevenção dos EUA (CDC).

Mas uma autoridade americana afirmou que isso não é suficiente para desenvolver testes precisos para o vírus ou determinar se o zika está de fato por trás do recente aumento no número de casos de defeitos congênitos. O fenômeno fez a OMS declarar o vírus uma emergência internacional na segunda-feira (1º).

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Caso relação seja comprovada, professor diz que pesquisa mostrará detalhes importantes sobre o zika, como mês de maior risco à gestante (Foto: Gabriela Castilho/ G1)Pesquisa sobre o zika vírus em andamento no Brasil (Foto: Gabriela Castilho/ G1)

‘Contrabando’ de amostras
Dada a escassez de amostras brasileiras, autoridades sanitárias ao redor do mundo estão recorrendo a cepas (linhagens) antigas do vírus – ou discretamente obtendo-as de pacientes por meio de instituições privadas.

Um funcionário de saúde dos EUA que concedeu entrevista sob anonimato afirma que os CDC estão trabalhando com uma linhagem de zika de um surto de 2013 na Polinésia francesa para aperfeiçoar seus testes. Pesquisadores americanos tentando sequenciar o código genético do zika se viram obrigados a trabalhar com amostras de vírus de Porto Rico pela mesma razão.

Nossa única fonte [de amostras do vírus] são pessoas ricas que querem um diagnóstico”
Jonas Schmidt-Chanasit, especialista alemão

Na Inglaterra, pesquisadores estão usando amostras obtidas na Micronésia, no Pacífico, onde ocorreu um surto em 2007. Os franceses estão usando amostras da Polinésia e da Martinica. Na Espanha, cientistas obtiveram uma linhagem de Uganda, por intermédio dos EUA.

Nem mesmo Portugal, país que compartilha laços históricos com o Brasil, não possui cepas brasileiras do vírus. O Instituto Nacional de Saúde em Lisboa afirma que seus testes são baseados em uma cepa obtida dos EUA nos anos 1980, ente outras.

Alguns pesquisadores estão contornando a burocracia brasileira ao obter amostras enviadas a eles por laboratórios de diagnósticos privados, afirma Jonas Schmidt-Chanasit, especialista em doenças transmitidas por mosquitos no Instituto Bernard Nocht de Medicina Tropical em Hamburgo, Alemanha.

“É quase impossível conseguir amostras do país”, diz. “Elas não estão vindo por canais governamentais oficiais. Nossa única fonte são pessoas ricas que querem um diagnóstico.”

Condenação pública
Em público, autoridades sanitárias têm elogiado o clima de colaboração. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou na segunda-feira que o Brasil e o EUA estavam trabalhando “muito de perto” nos estudos. Quando questionado sobre o compartilhamento de amostras, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Doenças Alergênicas e Infecciosas dos EUA (NIAID), disse: “Não acho que seja um problema”.

Nos bastidores, a história é outra.

A OMS não obteve nada de lá [do Brasil], nenhuma descoberta clínica ou de laboratório”
Autoridade da OMS, sob anonimato

Quatro autoridades da OMS, concedendo entrevista sob anonimato, afirmaram que o Brasil não está passando informação atualizada suficiente a parceiros internacionais. “A OMS não obteve nada de lá, nenhuma descoberta clínica ou de laboratório”, afirmou um deles.

Ben Neuman, virologista da Universidade de Reading, na Inglaterra, afirma que milhares de amostras – ou ao menos centenas – são necessárias para rastrear o vírus e determinar como ele está se modificando. “A ciência só funciona quando compartilhamos”, disse.

“O problema de compartilhamento de vírus não está limitado ao Brasil”, afirma Gadelha, da Fiocruz. “Isso não é um problema unilateral, é global”, afirmou.

Mais de uma década atrás, a OMS enfrentou um problema similar quando a Indonésia se recusou a entregar amostras de gripe aviária, argumentando que cientistas ocidentais as usariam para fabricar drogas que o país não poderia adquirir.

Lawrence Gostin, diretor do Centro de Colaboração para Legislação Sanitária e Direitos Humanos da Universidade de Georgetown, em Washington, afirma que não há regras que obriguem governos a entregar vírus, tecidos ou informações biológicas. “Se países não compartilham, a única repercussão que enfrentam é a condenação pública”, diz.

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Polícia investiga grupo suspeito de ameaçar roubos pelas redes sociais

Grupo também ameaça matar e praticar arrastões em Garanhuns, diz polícia.
Nove pessoas foram detidas e vítimas reconheceram os suspeitos.

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Suspeitos combinavam de praticar crimes em Garanhuns por meio de uma rede social (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Suspeitos combinavam de praticar crimes em Garanhuns por meio de uma rede social (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil investiga um grupo de jovens que estaria praticando assaltos e divulgando as ações criminosas nas redes sociais, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a delegada Maria das Graças, os suspeitos também ameaçaram matar e praticar arrastões na cidade durante o período do Carnaval. Segundo a Polícia Civil, eles são suspeitos de roubar dinheiro e celulares.

Nove pessoas foram detidas e levadas para 2ª delegacia de Garanhuns na terça-feira (2). Entre elas, seis adolescentes. Eles são suspeitos de praticar um arrastão no Parque Euclides Dourado e agredir pessoas no domingo (31). “Vítimas de assaltos reconheceram os suspeitos, mas como não houve flagrante, eles foram liberados”, informou a delegada ao G1.

O grupo, que se intitulou “Facção da Raposa”, tem cerca de 20 integrantes identificados. Alguns dos jovens foram levados para a delegacia com os pais para serem ouvidos. Outros ainda são investigados.

Um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil. A coorporação solicita que outras vítimas dos suspeitos também façam registro na delegacia. Informações podem ser repassadas aos policiais pelo telefone (87) 3761-8457/ 8458.

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